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Veja nomes dos novos conselheiros estaduais de Cuiabá

Em Uncategorized, dezembro 20, 2008 às 2:36 am

Da Assessoria MIC

A eleição foi no último sábado, dia 13/12. Confira a relação dos novos conselheiros de cultura de Mato Grosso:

Titulares:
1- Procurador Mauro – Cuiabá
2- Jhony Everson – Cuiabá
3- Cleuta Paixao – Araguaia
4- Eliane Conceiçao- Cuiabá
5- Wanderley Alves da Silva- Poconé
6- Paulo Sergio Lima – Roondonopolis
7- Luis Toloti – Caceres

Suplentes:

1- Kelson Panosso- Cuiabá
2- Salete Bergamin – Juina
3- Anderson Maciel- Sinop
4- Anderson Flores- Alta Floresta
5- Gisele Barros – Varzea Grande
6- Antonio Silva – Sorriso
7- Katia Cabral – Tangará da Serra

Em Uncategorized, dezembro 13, 2008 às 4:59 pm

coccar

Com a estratégia de reunir em uma única entidade diversos coletivos, que possuem formas de trabalhar diferenciadas, necessidades específicas, objetivos diversos, zelando por essa diferença, criando condições para o exercício de suas atividades, produzir, criar condições de distribuição, possibilitar contratos, convênios, representar seus associados, individual ou coletivamente, promover cursos, debates, festivais, seminários, assim nasce a COCCAR – Cooperativa de Comunicação Cultura e Arte.

Fazendo referência aos cocares indígenas e buscando daí inspiração e força, determinação e ousadia, a cooperativa passeia por vários segmentos e linguagens para criar assim um mosaico de experiências e conhecimentos. Construído desde seu inicio de forma coletiva, é pautado na horizontalidade das decisões fazendo com que cada cooperado possa contribuir de forma qualificada com a direção da entidade.

A COCCAR surgiu da necessidade dos coletivos e artistas de se organizarem e se institucionalizarem. Vários artistas desenharam essa que é uma entidade de vanguarda e servirá como força política.

Associar-se a COCCAR significa pensar junto, fazer coletivamente. A Cooperativa de Comunicação Cultura e Arte é uma associação autônoma de artistas que se uniram voluntariamente para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio de um empreendimento de propriedade coletiva e democraticamente gerido. Os cooperados têm à sua disposição uma empresa estruturada, regular e legítima. Todo artista pode celebrar seus contratos como pessoa jurídica dentro das regras e normas em vigência.

Neste Sábado 13/12/2008 á partir das 14h no MISC a classe artistica estará se reunindo para criar o planejamento das ações para 2009, venha participar conosco desse processo.

Maiores Informações: 3023-1794 (MISC)

Crise mundial não afeta investimento da Petrobrás na Cultura

Em Uncategorized, dezembro 9, 2008 às 5:44 pm

Durante a edição extraordinária do fórum nacional, promovido pelo ex-ministro do Planejamento, João Paulo dos Reis Velloso, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, a gerente de Patrocínios da estatal, Eliane Costa, declarou, que apesar da crise financeira internacional, a empresa vai continuar investindo em cultura.

Segundo ela, a crise representa um “momento de arrumação” e sobre o Programa Petrobrás Cultural, edital com inscrições até março de 2009, Eliane afirmou: “Não há nada que esteja colocando em risco o Programa Petrobrás Cultural, que é um programa de seleção pública que a gente lança com inscrições pelo site. Então, essas propostas estão mantidas”.

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Plenária da Volume em ATA

Em Uncategorized, dezembro 7, 2008 às 3:19 am

Ata – reunião Volume – Plenária
Cuiabá – 06/12/2008 – Misc.

Pautas:
 Seda
 Organograma de membros para 2009
 Avaliação de dinâmica

Caju deu início a plenária lembrando que a SEDA – Semana do Audiovisual começa nessa Segunda-feira, e que precisávamos de pelo menos três pessoas focadas na divulgação do evento fazendo intimista no orkut e postando em comunidades. Questionou quem poderia disponibilizar tempo para isso.
Bianca disse que poderia na parte da manhã.
Michael disse que poderia na das 13h às 15h.
Lígia disse que poderia até quinta-feira.
Endson se comprometeu a ajudar.
Caju perguntou quem iria participar da SEDA.
Bianca e Endson afirmaram presença.
Mikhail disse que gostaria e que ia tentar.
Lígia disse que era complicado por conta de problemas familiares.
Caju apontou o quão importante é a participação da Lígia nas oficinas da SEDA, já que é um quadro da comunicação que está diretamente ligada ao audiovisual através da web tv, e que essa oportunidade era de extrema importância para a sua capacitação.
Alfa disse que nessas horas é oportuno comprar o desgaste em casa e se impor mais para conseguir as coisas e ter maior visibilidade dentro de casa.
Lígia afirmou que ia tentar o dialogo.
Caju reafirma que todos devem estar focados na divulgação do show do Los Porongas essa semana, alegando que o evento deve bombar.

Passando a outra pauta, Caju questiona o que cada membro está pensando e planejando para sua atuação na Volume no ano que vem, pergunta se é isso o que cada um realmente quer, pois a Volume tem que dar um Up Grad, e isso só vai ser possível quando essas pessoas mais distantes se aproximarem e começarem a pensar juntos na metodologia de trabalho do coletivo. Ainda mais agora que a entidade está mais “enxuta” precisamos de todos muito focados para que 7 pessoas possam produzir por 30 e assim caminharmos juntos pra qualificação. Coloca que 2008 foi um ano total experimental pro coletivo, que serviu como laboratório para que pudéssemos visualizar o que é fazer uma produção de forma autônoma e fazer acontecer, mas que 2009 nossas ações tem que estar muito mais profis por já termos a experiência desse ano.
Michael coloca que está no projeto do estúdio de gravação junto ao Kayapy, que objetiva dar potencia ao estúdio para que o mesmo se torne referencia local. Diz que está mesmo afim de continuar na parada e se qualificar.
Bianca coloca sobre o projeto da Volume Grife, diz que quer faze-lo crescer ano que vem, sendo uma frente gestora gerida pela distribuição. Afirma que vai estar o tempo todo e que quer fazer parte mais de perto dessa construção.
Lígia afirma problemas familiares, mas que quer estar dentro.
Felipe questiona sobre o consciência Hip Hop.
Caju alega que até agora não recebera nenhuma demanda sobre, apenas o MIC.
Afirma que esse final de ano vai ser para dar continuidade e finalizar o balanço geral das produções do ano, já que isso foi atropelado pelas produções da Convenção e da SEDA.

Passando para a ultima pauta, Felipe coloca que não concorda em tirar as coisas do Cubo e levar pro Misc sem antes fazer uma peneira, porque não adianta deixar as tranqueiras que ninguém usa no Misc atrapalhando a dinâmica de organização.
Caju coloca que Alfa e Mikhail precisam ter uma conversa com a equipe de comunicação, porque sempre quando Dríade e Lígia chegam no Cubo, ficam falando alto e atrapalhando a concentração de quem está trampando, e isso não é de hoje. E o mesmo serve para o Endson e Bianca que muitas vezes ficam de risadinhas a toa dando mau exemplo que acaba dando brecha pra neguinho achar que pode também, e aí as bandas que ensaiam no Cubo também acabam entrando na onda e vira bagunça total.
Mikhail e Alfa concordam.
Informes:
Amanhã, limpeza no Cubo.
Relatora: Giulia Medeiros

Relatos da Teia 2008

Em Uncategorized, dezembro 4, 2008 às 11:21 pm

teia2008Site Teia 2008

A TEIA é o maior evento cultural realizado pelo MINC. Nela, a difusão do maior programa para a política cultural do Brasil está estampado em todas as atividades, na vivência dos participantes, durante uma semana. O programa Cultura Viva que utiliza como estratégia de investimento o conceito dos Pontos de Cultura como focos de atuação do fazer cultural no Brasil, possibilitou a movimentação de um cenário cultural significativo, de diferentes segmentos artístico-culturais, além da interface com outras áreas do setor social, como o ministério do trabalho, através da Economia Solidária.

Este ano, a TEIA foi realizada em Brasília, na Esplanada. E lá tudo isso ficou mais claro. O processo de fomento primeiro, de descobrir quem são esses fazedores de cultura, potencializando o trabalho realizado por cada um deles através dos “pontinhos” de cultura. Depois, o “link”, a conexão entre esses produtores e germinadores do processo cultural, buscando amarrar cada vez mais a interação entre a cultura e outros setores sociais, com os pontões de rede cultural. E por fim, a qualificação desse processo, com editais dos pontões de gestão. O conceito do programa Cultura Viva, se faz no mínimo, amplamente elaborado e dedicado à uma construção de política pública pra cultura, descentralizada, desburocratizada e enraizada. O discurso da “quebra de protocolos” inclusive, era amplamente citado por dirigentes governamentais e da sociadade civil no evento.

Célio Turino foi didático num debate especial da programação para abordar somente o conceito, planos de trabalho, avaliação e futuro do programa Cultura Viva. Os Grupos de discussões (GT´S) que abrodavam desde o tema da Amazônia ao do audiovisual, demonstrou a pretensão de se exercitar no mínimo o conceito mais amplo da cultura no país. E apesar de ser notório que muitos fazedores culturais não estavam presentes, até mesmo por muitos ainda não serem oficialmente pontos de cultura pelo indicador do investimento, dali a sociedade civil representada pela cena cultural brasileira se aproximou mais ainda das diretrizes estatais do setor, numa espécie de gestão compartilhada. Prova disso é a concepção e a execução do evento ser dividida entre o MINC e os pontos de cultura do país.

O Fórum dos pontos de cultura, ou o Fórum Nacional da Cultura propiciou a integração de propostas e deliberações por diretrizes que são premissas dentro do Plano Nacional de Cultura e que já vem acontecendo em instâncias diferenciadas, em várias regiões brasileiras. Um exemplo é a construção da Lei Ruanet que está sendo ampliada e acessibilizada através dos meios digitais, provocando a maior participação social da história cultural brasileira de que tenho conhecimento.

Uma vez ouvi um tucano dizer que pelo menos na cultura, era a primeira vez que acontecia uma política de verdade. Ele falava do governo Lula mesmo sendo adversário político. Isso mostra que de fato, aconteceu alguma coisa no Brasil, no âmbito cultural e que essa mudança foi pra muito melhor. Os agentes culturais perceberam isso, na pele. A acessibilidade aos financiamentos e aos critérios de participação, a integração e a diretriz de se trafegar em rede pelo país, mostra que uma participação coletiva criou forma e que nasceu uma semente extremamente potencial para não deixar de germinar mais.

A TEIA não é o que representa tudo isso mas é uma vitrine que dá o esboço e os indicativos. Participar da TEIA acaba sendo refletir acerca desse universo do qual estamos inseridos, de maneira organizada, didática e interativa. É Perceber como as amarrações se constróem em um momento quase único onde os gestores públicos nacionais estão expostos à sociedade, prontos para as críticas, pressões e para a construção pesada de uma TEIA.

Foi importante perceber ainda, como o poder estatal está caminhando de acordo com as regras de Cuiabá por exemplo, onde o movimento cultural cresce cada vez mais no fomento à coletivos culturais (pontos de cultura). O Espaço Cubo é um dos maiores exemplos cuiabanos desse fomento pelo país através do Circuito Fora do Eixo - maior movimento cultural alternativo e independente brasileiro. Sem contar de sua atuação no poder público através do MISC criando pela primeira vez, uma gestão compartilhada.

Este ano, em Brasília, Ficou claro que todo esse movimento dos pontos de cultura tende a se multiplicar “involuntariamente” e que nós, os cidadãos comuns, estaremos todos envolvidos por uma “teia” que se move em rede por um bem comum cultural.

Lenissa Lenza
Espaço Cubo – MISC

Fim de concessão para rádios e TV´s para deputados e senadores

Em Uncategorized, dezembro 1, 2008 às 12:10 am

A Subcomissão de Radiodifusão da Câmara colocará em votação na Comissão de Ciência e Tecnologia da Casa um relatório, que, entre outras mudanças previstas, proíbe parlamentares de serem proprietários, controladores, gerentes ou diretores de empresas de radiodifusão.

O documento, que será apresentado na próxima semana pela relatora da subcomissão, a deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG), estabelece ainda a elaboração de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), adicionando mais um inciso ao artigo 222 da Constituição Federal, com o seguinte texto: “Não poderá ser proprietário, controlador, gerente ou diretor de empresa de radiodifusão sonora e de sons e imagens quem esteja investido em cargo público ou no gozo de imunidade parlamentar ou de foro especial”.

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